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><channel><title>Beyond OS &#187; Linux</title> <atom:link href="http://blog.beyond-os.com.br/tag/linux/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://blog.beyond-os.com.br</link> <description>Tecnologia em ambientes empresariais, focado em Software Livre e aquilo que der na telha</description> <lastBuildDate>Wed, 13 Oct 2010 17:52:23 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Trocando o firmware do NAS NS-K330</title><link>http://blog.beyond-os.com.br/2010/09/trocando-o-firmware-do-nas-ns-k330/</link> <comments>http://blog.beyond-os.com.br/2010/09/trocando-o-firmware-do-nas-ns-k330/#comments</comments> <pubDate>Fri, 24 Sep 2010 21:54:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Renê Teixeira Francisco</dc:creator> <category><![CDATA[Multimedia]]></category> <category><![CDATA[NAS]]></category> <category><![CDATA[Linux]]></category> <category><![CDATA[NAS Doméstico]]></category> <category><![CDATA[Snake OS]]></category><guid
isPermaLink="false">http://blog.beyond-os.com.br/?p=663</guid> <description><![CDATA[]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p
style="text-align: justify;"><a
href="http://blog.beyond-os.com.br/2010/09/trocando-o-firmware-do-nas-ns-k330/" target="_self"><img
class="alignleft size-medium wp-image-691" style="margin: 12px;" title="logosnakeos" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/uploads/2010/09/logosnakeos.png" alt="Logo Snake OS" width="143" height="55" /></a>Conforme prometido no post &#8220;<a
title="Post “NAS doméstico – Compartilhando arquivos em rede”" href="http://blog.beyond-os.com.br/2010/09/nas-domestico-compartilhando-arquivos-em-rede/" target="_blank">NAS doméstico – Compartilhando arquivos em rede&#8221;</a>, vou colocar os passos para substituir o firmware do dispositivo NAS NS-K330 e deixá-lo ainda mais poderoso.</p><p
style="text-align: justify;">O firmware em questão chamasse SNAKE OS, ele vem com novas funcionalidades, mais estabilidade e performance. Veja se o firmware original não atende suas necessidades, atualizar para um firmware diferente é sempre um risco e você pode danificar seu dispositivo, depois não diga que não avisei!!!!</p><p
style="text-align: justify;">Só como curiosidade o Snake OS é mantido e atualizado por um Porto Alegrense chamado <a
title="Criador Snake OS" href="http://www.naymz.com/douglas_gazineu_1833076" target="_blank">Douglas Souza Gazineu</a>, grande iniciativa, parabéns.</p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: medium;"><strong>Instalando</strong></span></p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: medium;"><strong><span
id="more-663"></span></strong></span>Vamos baixar o firmware do Snake OS, vou usar a versão 1.2 <a
title="Firmware Snake OS v1.2 from original" href="http://snake-os.googlecode.com/files/snakeos-V1.2.0-20100621-from-original.zip" target="_blank">&#8220;from original&#8221;</a> considerando que você acabou de comprar o dispositivo sendo que ele ainda tem o firmware original, se este não for o caso e você já tiver uma versão do firmware do Snake OS instalada procure por instruções mais detalhadas neste <a
title="Release Notes Snake OS 1.2" href="https://code.google.com/p/snake-os/wiki/CurrentReleaseNotes" target="_blank">link</a>. De qualquer forma visite este <a
title="Release Notes Snake OS 1.2" href="https://code.google.com/p/snake-os/wiki/CurrentReleaseNotes" target="_blank">link</a> pois no site tem muitas informações interessantes.</p><p
style="text-align: justify;"> <a
href="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/ns-k330/firmware_upgrade.png" title="" class="thickbox" rel="singlepic184" > <img
class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/cache/184__320x240_firmware_upgrade.png" alt="firmware_upgrade" title="firmware_upgrade" /> </a> Com o firmware em mãos grave-o em um pendrive e plugue no NS-K330. Depois disso acesse a interface web do Snake OS e siga pelo caminho Tools&gt;Update até chegar na tela de &#8220;Firmware Upgrade&#8221;, conforme tela ao lado. Selecione o arquivo e clique em update.</p><p
style="text-align: justify;">Tenha calma nessa hora, demora cerca de 5 minutos, depois o dispositivo reinicia sozinho. ATENÇÃO, NÃO DESLIGUE O DISPOSITIVO!!!! Se você não tiver um servidor DHCP na sua rede é bem provável que ele entre sozinho na interface web do Snake OS, mas senão pode ser que o DHCP tenha atribuído outro IP e isso não aconteça automaticamente. Verifique no seu roteador qual foi o IP atribuído e acesse novamente. ATENÇÃO, agora login e senha são admin e snake respectivamente.</p><p
style="text-align: justify;">Após os 2 primeiros boots as coisas vão ficar um pouco lentas, pois ele está gerando as chaves para o SSH, mas depois o funcionamento fica normal.</p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: medium;"><strong>Configurando</strong></span></p><p
style="text-align: justify;">Não vou entrar em todos os detalhes da configuração, vou deixar para vocês se divertirem um pouco, mas logo de cara o ideal é criar uma partição SWAP de 256MB, já que o dispositivo tem apenas 32MB de RAM. Além disso, lembre sempre de gravar suas configuração pelo caminho system&gt;config.</p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: medium;"><strong>Performance e Segurança</strong></span></p><p
style="text-align: justify;">Se você for plugar um HD Externo tome atenção no tipo de partição que irá usar, elas podem ser NTFS, FAT32, Ext2 e Ext3. Como a performance não é o ponto forte do NS-K330 escolha a partição com isso em mente. Em relação a performance a partição Ext2 ganha de todas seguida pelo FAT32,Ext3 e NTFS.</p><p
style="text-align: justify;">Já em caso de queda de energia as partições Ext2 e FAT32 podem ser corrompidas, até da para recuperar mas dá trabalho e não é garantido. Portanto no quesito segurança as partições Ext3 e NTFS levam vantagem pois possuem sistema de arquivos com suporte a <a
title="Journaling Wikipedia" href="https://secure.wikimedia.org/wikipedia/pt/wiki/Journaling" target="_blank">journaling</a> sofrendo menos em virtude de queda de energia ou travamentos.</p><p
style="text-align: justify;">MINHA SUGESTÃO É: se todos os arquivos que você tiver no HD externo estiverem também em uma outra unidade, pode ser um outro computador, outro  HD Externo, PenDrive, sei lá, então eu formataria em Ext2, em caso de perda dos arquivos bastaria formatar novamente o HD externo e copiar os arquivos de volta, mas esta é a minha opinião, depois não reclamem.</p><p
style="text-align: justify;">Vale ressaltar que pelo Snake OS só é possível formatar em Ext3, mas o ideal é formatar pelo computador e depois plugar no NAS, formatar pelo Snake OS demora muito mesmo.</p><p
style="text-align: justify;"><span
style="font-size: medium;"><strong>Finalizando</strong></span></p><p
style="text-align: justify;">Vale mudar o firmware para o Snake OS, é mais rápido, estável, bonito e com mais recursos. De cara senti falta do servidor UPNP, que já vinha no firmware original, mas isso foi solucionado com o aplicativo <a
title="UPNP Server Mediatomb" href="http://mediatomb.cc/" target="_blank">mediatomb</a> que roda bem e é compatível com Playstation 3  (PS3), o problema é o PS3 que só roda alguns tipos de formatos de vídeo, eu tenho muitos vídeo s em MKV e FLV, e ficar convertendo para MP4 é chato e demorado. Sugestão boa de software de conversão  no linux é o HandBrake, tem tanto linha de comando(super rápido) como interface gráfica, além do avidemux muito bom também. Para instruções de como instalar o Mediatomb no Snake OS siga este <a
title="How to Mediatomb no Snake OS" href="http://groups.google.com.br/group/dealextreme-nas-/web/mediatomb-howto" target="_blank">link</a>.</p><p>Uma outra possibilidade que se abre com este novo firmware é rodar a distribuição linux <a
title="Debian em chroot dentro do NS-K330" href="https://code.google.com/p/snake-os/wiki/Debian_Chroot" target="_blank">Debian em chroot</a> dentro do NS-K330, o que vai te dar uma infinidade de pacotes de aplicativos para rodar o que você quiser dentro do dispositivo. Para ter uma idéia eu tenho um servidor proxy rodando dentro do NS-K330. Mas isso é para um próximo artigo.</p><p>Não esqueçam de verificar o post &#8220;<a
title="Post “NAS doméstico – Compartilhando arquivos em rede”" href="../2010/09/nas-domestico-compartilhando-arquivos-em-rede/" target="_blank">NAS doméstico – Compartilhando arquivos em rede</a>&#8221; que fala sobre o dispositivo NAS NS-K330. Tem outros dois artigos muito bons sobre o NS-K330 no <a
title="NS-K330 no Blog do João Medrado" href="http://blog.joaomedrado.com/analise-do-nas-ns-k330-da-deal-extreme/" target="_blank">Blog do João Medrado</a> e no <a
title="NS-K330 no Efetividade.Net" href="http://www.efetividade.net/2010/07/08/um-nas-domestico-para-compartilhar-arquivos-e-impressao-na-sua-rede-local/" target="_blank">Blog Efetividade.Net</a>, sendo que o artigo deste último foi quem me levou a comprar o NAS.</p><p>Abraços</p></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.beyond-os.com.br/2010/09/trocando-o-firmware-do-nas-ns-k330/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>NAS doméstico &#8211; Compartilhando arquivos em rede</title><link>http://blog.beyond-os.com.br/2010/09/nas-domestico-compartilhando-arquivos-em-rede/</link> <comments>http://blog.beyond-os.com.br/2010/09/nas-domestico-compartilhando-arquivos-em-rede/#comments</comments> <pubDate>Wed, 22 Sep 2010 02:36:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Renê Teixeira Francisco</dc:creator> <category><![CDATA[Multimedia]]></category> <category><![CDATA[NAS]]></category> <category><![CDATA[Linux]]></category> <category><![CDATA[NAS Doméstico]]></category> <category><![CDATA[Snake OS]]></category><guid
isPermaLink="false">http://blog.beyond-os.com.br/?p=627</guid> <description><![CDATA[Bom gente depois de muito tempo estou de volta.
Vou postar minha experiência ao criar um NAS(Network Attached Storage) em minha rede doméstica, afim de compartilhar meus arquivos de mídia entre os computadores da casa.
Recentemente adquiri o dispositivo NS-K330 através do site dealextreme.com. Demorou um pouco para chegar, afinal vêm lá da China, mas por U$ [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p
style="text-align: justify;"><a
href="http://blog.beyond-os.com.br/2010/09/nas-domestico-compartilhando-arquivos-em-rede/"><img
class="size-full wp-image-644 alignleft" style="border: 1px solid black; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="NS-K330" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/uploads/2010/09/NS-K330.jpg" alt="NAS NS-K330" width="233" height="175" /></a>Bom gente depois de muito tempo estou de volta.</p><p
style="text-align: justify;">Vou postar minha experiência ao criar um NAS(Network Attached Storage) em minha rede doméstica, afim de compartilhar meus arquivos de mídia entre os computadores da casa.</p><p
style="text-align: justify;">Recentemente adquiri o dispositivo NS-K330 através do site <a
title="NS-K330 no Dealextreme" href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.26320" target="_blank">dealextreme.com</a>. Demorou um pouco para chegar, afinal vêm lá da China, mas por U$ 41,78 + impostos valeu bem a pena.</p><p
style="text-align: justify;">O NS-K330 é um dispositivo que possui um linux embarcado, mais 2 portas USB e uma porta Ethernet. Adicionando  um HD Externo ou um bom pendrive, está formado o NAS. A princípio desconfiei da capacidade do indivíduo mas ele faz o que promete.<span
id="more-627"></span></p><p
style="text-align: justify;">Todo processo é muito simples, tire da caixa, plugue na rede (um cabo de rede acompanha o produto), ligue na tomada, se sua rede tiver um serviço de DHCP ele já vai atribuir um IP para o dispositivo, caso contrário interface Web estará disponível através do IP 192.168.0.240. Acesse com o login admin e a senha admin.</p><p
style="text-align: justify;">Pronto, mais fácil que isso não dá.</p><p
style="text-align: justify;">Legal, mas o que ele faz de tão especial? Vamos a lista de possibilidades:</p><p
style="text-align: justify;"><strong>Backup na rede</strong>: Para um usuário comum ter um dispositivo ligado na rede para fazer backup já é uma evolução fantástica, normalmente só percebemos a sua importância em uma situação crítica, ou seja, já perdemos tudo mesmo.Copie todas suas fotos, músicas, vídeos e arquivos importantes para o dispositivo e de forma centralizada compartilhe tudo para sua rede;</p><p
style="text-align: justify;"><strong>Servidor de Arquivos</strong>: Cria um dispositivo na rede, compatível com o SO Windows, para que você possa ler ou gravar os arquivos como se existisse um outro computador ligado na rede;</p><p
style="text-align: justify;"><strong>Servidor de Impressão</strong>: Plugue a porta USB de sua impressora nele e compartilhe com a rede.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>Servidor FTP</strong>: Com ele você pode acessar e gravar seus arquivos de qualquer lugar que tenha uma conexão com a internet;</p><p
style="text-align: justify;"><strong>Cliente BitTorrent</strong>: Já deixou seu computador ligado de madrugada só para baixar aquelas músicas ou vídeos de torrent, não precisa mais, com uma interface web você coloca os links dos arquivos de torrent e eles ficam baixando para você, a conta de luz agradece;</p><p
style="text-align: justify;"><strong>UPNP Sharing Network LAN Server</strong>: Muitos devem estar se perguntando que desgraça é essa? UPNP quer dizer Universal Plug and Play, é um conjunto de protocolos de rede usado par facilitar a conexão de dados entre equipamento conectados a rede, com ele não é preciso configura nada, eles são automaticamente reconhecidos, desde que os dispositivo tenha suporte a este tipo de protocolo. Hoje diversas TVs, video games, computadores e outros equipamento já vem com esse suporte, dessa forma vão automaticamente reconhecer seus aquivos na rede e você poderá assistí-los em sua TV ou computador sem configurar nada. Para falar a verdade comprei o NS-K330 por causa disso, assim posso assistir minhas mídias pelo PS3. Para mais detalhes procure na <a
title="UPNP - Wikipedia" href="https://secure.wikimedia.org/wikipedia/en/wiki/Universal_Plug_and_Play" target="_blank">Wikipedia.</a></p><p
style="text-align: justify;">Toda interface Web é muito simples e intuitiva, mas não vou entrar em detalhes agora, em um próximo post vou falar como hackear o firmware do dispositivo e torná-lo ainda mais poderoso.</p><p
style="text-align: justify;">Eu estou realmente satisfeito com esta aquisição, não é um NAS profissional, mas para ter uma ideia é possível assistir vídeos em HD na minha TV através do PS3 sem aquelas engasgadas clássicas, para um dispositivo deste porte é muito bom.</p><p
style="text-align: justify;">Se quiser mais informações sobre o NS-K330 vá no fórum por este <a
title="Fórum Dealextreme NAS" href="http://groups.google.com.br/group/dealextreme-nas-/topics?start=100&amp;sa=N&amp;pli=1" target="_blank">link</a>.</p><p
style="text-align: justify;">Abraços</p></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.beyond-os.com.br/2010/09/nas-domestico-compartilhando-arquivos-em-rede/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Acessando SQL Server do Linux</title><link>http://blog.beyond-os.com.br/2008/04/acessando-sql-server-do-linux/</link> <comments>http://blog.beyond-os.com.br/2008/04/acessando-sql-server-do-linux/#comments</comments> <pubDate>Fri, 18 Apr 2008 05:13:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Renê Teixeira Francisco</dc:creator> <category><![CDATA[Banco de Dados]]></category> <category><![CDATA[Linux]]></category> <category><![CDATA[ODBC]]></category> <category><![CDATA[SQL Server]]></category> <category><![CDATA[DB]]></category> <category><![CDATA[driver_odbc]]></category> <category><![CDATA[open_source]]></category> <category><![CDATA[ubuntu]]></category> <category><![CDATA[wine]]></category><guid
isPermaLink="false">http://blog.beyond-os.net/2008/04/acessando-sql-server-do-linux</guid> <description><![CDATA[
UnixODBC é um configurador odbc open source, para ambientes &#8220;não-Windows&#8221;, que possibilita que máquinas linux se conectem em qualquer banco de dados externo que possua driver ODBC disponível. Ele atende bem às expectativa, entretanto, não recebe atualizações desde 2006, dando sinal que o projeto está um pouco abandonado. Existe outro projeto, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt> <a
href="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/logo/unixodbc-logo-small2.png" title="" class="thickbox" rel="singlepic8" > <img
class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/cache/8__100x75_unixodbc-logo-small2.png" alt="unixodbc-logo-small2.png" title="unixodbc-logo-small2.png" /> </a> <a
class="thickbox" title="Logo FreeTDS" href="wp-content/gallery/logo/freetdslogo3.png"> <a
href="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/logo/freetdslogo3.png" title="" class="thickbox" rel="singlepic10" > <img
class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/cache/10__100x75_freetdslogo3.png" alt="freetdslogo3.png" title="freetdslogo3.png" /> </a> </a></p><p><a
title="unixODBC" href="http://www.unixodbc.com/">UnixODBC</a> é um configurador odbc open source, para ambientes &#8220;não-Windows&#8221;, que possibilita que máquinas linux se conectem em qualquer banco de dados externo que possua driver ODBC disponível. Ele atende bem às expectativa, entretanto, não recebe atualizações desde 2006, dando sinal que o projeto está um pouco abandonado. Existe outro projeto, o <a
title="iODBC" href="http://www.iodbc.org/">iODBC</a>, que está bem mais ativo e vale dar uma olhada, mas como o unixODBC me atende vou dar atenção para ele aqui nessas instruções.</p><p>Bom no meu caso quero me conectar a um banco SQL server, ai que entra o <a
title="FreeTDS" href="http://www.freetds.org">FreeTDS</a>. Este último é um driver odbc open source para se conectar à bancos SQL server ou Sybase.<span
id="more-11"></span></p><p>Vamos deixar de papo e instalar os dois. No meu caso estou usando o Ubuntu, o que torna tudo muito fácil, para instalar o unixODBC basta:</p><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td>root@laprene:/ # apt-get install unixodbc</td></tr></tbody></table><p>Ele vai trazer as dependências e pedir as confirmações necessárias, confirme tudo e prossiga para instalação do FreeTDS:</p><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td>root@laprene:/ # apt-get install tdsodbc</td></tr></tbody></table><p>No ubuntu o FreeTDS usa só o nome tdsodbc, mas não se preocupe é o próprio.</p><p>Caso você não utilize o Ubuntu ou qualquer distribuição Debian based não se desespere, baixe o fonte do <a
title="Fonte unixODBC" href="http://www.unixodbc.com/unixODBC-2.2.12.tar.gz">unixODBC</a> e do <a
title="Fonte FreeTDS" href="http://ibiblio.org/pub/Linux/ALPHA/freetds/stable/freetds-stable.tgz">FreeTDS</a>, descompacte-os cada um em sua pasta e os compile com a famosa sequência de comandos:</p><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td
width="100%">root@laprene:/ # ./configure</td></tr><tr><td>root@laprene:/ # make</td></tr><tr><td
width="100%">root@laprene:/ # make install</td></tr></tbody></table></td></tr></tbody></table><p>Na maioria das vezes isso vai funcionar, caso queira mudar algo na instalação leia  o README e o INSTALL presente na raiz do diretório onde cada um deles foi descompactado.</p><p>Após a instalação vamos para a configuração. Existem 2 formas de fazer isso: direto nos arquivos de configuração (meu preferido) ou pela interface gráfica do unixODBC.</p><p>Antes de mais nada defina uma variável de ambiente para que os sistemas que utilizarem a conexão odbc possam encontrar o caminho adequado para o driver libodbc.so.1.0.0.</p><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td>root@laprene:/ # export LIB_ODBC_DRIVER_MANAGER=/usr/lib/libodbc.so.1.0.0</td></tr></tbody></table><table
border="0"><tbody><tr><td></td></tr></tbody></table><p><span
style="font-size: medium;"><strong>Arquivos de Configuração</strong></span></p><p>São dois arquivos de configuração: odbc.ini e odbcinst.ini .</p><table
style="background-color: #f8faa7; width: 100%;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td>odbcinst.ini</td><td>Configura o driver que vai ser utilizado no ODBC, no caso o Freetds.</td></tr><tr><td>odbc.ini</td><td>Configura os parâmetros de log e trace do ODBC e os Data Source Name (DSN).</td></tr></tbody></table><p>Vamos fazer da forma como manda o manual de instalação do unixODBC, não vamos criar direto os arquivos, vamos criar templates de configuração e depois vamos gerar os arquivos com a ferramenta de linha de comando odbcinst. Crie os 2 templates conforme passado abaixo, substituindo o que for necessário para o seu ambiente:</p><table
style="background-color: #f8faa7; width: 75%;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="5" align="center"><tbody><tr><td
width="50%" align="center">tds.driver.template (odbcinst.ini)</td><td
width="50%" align="center">tds.datasource.template (odbc.ini)</td></tr><tr><td
width="50%" align="left">[FreeTDS]<br
/> Description     = v0.63 with protocol v8.0<br
/> Driver          = /usr/lib/odbc/libtdsodbc.so</td><td
width="50%" align="left">[MSSQL]<br
/> Driver          = FreeTDS<br
/> Description       = Metrics<br
/> Trace             = No<br
/> Server               = 192.168.0.201<br
/> Port                  = 1433<br
/> Database            = MT_Ibratec</td></tr></tbody></table><p>Salve estes arquivos em um diretório qualquer e, como root, execute os comandos abaixo:</p><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td
width="100%">root@laprene:/ # odbcinst -i -d -f tds.driver.template</td></tr><tr><td>root@laprene:/ # odbcinst -i -s -f tds.datasource.template</td></tr></tbody></table></td></tr></tbody></table><p>Pronto, os aquivos odbc.ini e odbcinst.ini foram criados no diretório /etc. Caso queira ter acesso ao banco de dados utilizando outro usuário, logue como este usuário e execute novamente o comando &#8220;odbcinst -i -s -f tds.datasource.template&#8221;, tenha certeza que este usuário tem permissão de leitura no arquivo &#8220;tds.datasource.template&#8221;.</p><p>Para testar a conexão utilize o comando isql, que faz parte do pacote do unixODBC. O comando tem o seguinte perfil:</p><p
align="center"><em>isql DSN [UID [PWD]] [options]</em></p><p>No caso da configuração que fizemos aqui ficaria assim:</p><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td>root@laprene:/ # isql MSSQL sa &#8220;senha sem as aspas&#8221;</td></tr><tr><td>root@laprene:/ # SQL&gt;</td></tr></tbody></table></td></tr></tbody></table><p>Se você receber o prompt &#8220;SQL&gt;&#8221; sua conexão foi estabelecida e provavelmente tudo estará funcionando adequadamente.</p><p><span
style="font-size: medium;"><strong>Interface Gráfica</strong></span></p><p>1) Para subir a interface gráfica execute na linha de comando:</p><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td>root@laprene:/ # ODBCConfig</td></tr></tbody></table><p>Nesse momento irá aparecer a seguinte tela:</p><p
align="center"> <a
href="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/unixodbc/unixodbc_telainicial.png" title="" class="thickbox" rel="singlepic16" > <img
class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/cache/16__400x300_unixodbc_telainicial.png" alt="unixodbc_telainicial.png" title="unixodbc_telainicial.png" /> </a><p
align="left">2) A primeira coisa a fazer é ir à aba &#8220;Drivers&#8221; para configurarmos os dados do driver Freetds.</p><p
align="center"> <a
href="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/unixodbc/unixodbc_driver.png" title="" class="thickbox" rel="singlepic12" > <img
class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/cache/12__400x300_unixodbc_driver.png" alt="unixodbc_driver.png" title="unixodbc_driver.png" /> </a></p><p
align="left">Clique em &#8220;Add&#8221;  e configure as informações adequadas conforme tela abaixo.</p><p
align="center"> <a
href="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/unixodbc/unixodbc_driverconf.png" title="" class="thickbox" rel="singlepic13" > <img
class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/cache/13__400x300_unixodbc_driverconf.png" alt="unixodbc_driverconf.png" title="unixodbc_driverconf.png" /> </a></p><p
align="left">3) Vamos configurar o DSN. Existem duas opções: um específico do usuário(User DSN)  e outro comum a todos usuários da máquina (System DSN). Isso é importante no caso de deixar uma conexão ao banco disponível apenas para um usuário da máquina, como este não é o caso vamos configurar o &#8220;System DSN&#8221;.</p><p
align="center"> <a
href="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/unixodbc/unixodbc_dsn.png" title="" class="thickbox" rel="singlepic14" > <img
class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/cache/14__400x300_unixodbc_dsn.png" alt="unixodbc_dsn.png" title="unixodbc_dsn.png" /> </a></p><p
align="left">Clique em &#8220;Add&#8221;.</p><p
align="center"> <a
href="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/unixodbc/unixodbc_dsnconf.png" title="" class="thickbox" rel="singlepic15" > <img
class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/cache/15__400x300_unixodbc_dsnconf.png" alt="unixodbc_dsnconf.png" title="unixodbc_dsnconf.png" /> </a></p><p
align="left">Se repararmos nesta última tela temos o campo &#8220;Servername&#8221;. Se voltarmos aos templates de configuração do DSN vamos perceber que não existe este campos e sim o &#8220;Server&#8221;. Este é um bug que o unixODBC tem, se o &#8220;Servername&#8221; for configurado o odbc não irá funcionar. Neste caso deixe o campo &#8220;Servername&#8221; em branco e no final vá ao arquivo /etc/odbc.ini e inclua a linha &#8220;Server = IP Banco&#8221;.</p><p
align="left">Para testar a conexão utilize o comando isql, como discutido acima, ou use o Datamanager:</p><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td>root@laprene:/ # DataManager</td></tr></tbody></table><table
border="0"><tbody><tr><td></td></tr></tbody></table><p
style="text-align: center"> <a
href="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/unixodbc/unixodbc_datamanager.png" title="" class="thickbox" rel="singlepic17" > <img
class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/gallery/cache/17__400x300_unixodbc_datamanager.png" alt="unixodbc_datamanager.png" title="unixodbc_datamanager.png" /> </a></p><p
style="text-align: center" align="left"><p
align="left">Informe o ID e o PWD, se a árvore de tabelas aparecer do lado direto a conexão está funcionando.</p><p
align="left">Pronto configurações concluídas. Agora qualquer aplicação que precisa acessar um banco SQL Server só precisa apontar para o ODBC configurado e ela irá funcionar do linux. Isso é muito útil para aplicações windows rodando no linux com o programa wine.</p><p
align="left">Até a próxima.</p><p
align="left"></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.beyond-os.com.br/2008/04/acessando-sql-server-do-linux/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Substituindo seu velho Windows pelo Linux</title><link>http://blog.beyond-os.com.br/2008/03/substituindo-seu-velho-windows-pelo-linux/</link> <comments>http://blog.beyond-os.com.br/2008/03/substituindo-seu-velho-windows-pelo-linux/#comments</comments> <pubDate>Sun, 23 Mar 2008 04:49:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Renê Teixeira Francisco</dc:creator> <category><![CDATA[Linux]]></category> <category><![CDATA[Vídeos]]></category> <category><![CDATA[migração]]></category> <category><![CDATA[windows]]></category> <category><![CDATA[wine]]></category><guid
isPermaLink="false">http://blog.beyond-os.net/2008/03/substituindo-seu-velho-windows-pelo-linux</guid> <description><![CDATA[Hoje em dia muito se fala que as distribuiçoes linux estão prontas (O slogan original SUSE é assim: &#8220;Your Linux is Ready&#8221;) para substituir os ambientes windows também no desktop. Posso garantir que isso é verdade. A distribuição que melhor representa este fato é o Ubuntu, atualmente em sua versão 7.10 (codinome Gutsy) tem todos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p
align="justify">Hoje em dia muito se fala que as <a
title="Diversas Distros Linux" href="http://distrowatch.com/">distribuiçoes linux</a> estão prontas (O slogan original SUSE é assim: &#8220;Your Linux is Ready&#8221;) para substituir os ambientes windows também no desktop. Posso garantir que isso é verdade. A distribuição que melhor representa este fato é o <a
title="Site Ubuntu" href="http://www.ubuntu.com/">Ubuntu</a>, atualmente em sua versão 7.10 (codinome Gutsy) tem todos os atributos para agradar os mais diversos tipos de usuários além de ter, praticamente, todas as facilidades de um ambiente windows e mais. No vídeo abaixo temos uma desmonstração do Ubuntu com Beryl no KDE.</p><p
style="text-align: center;"><span
id="more-5"></span></p><p
style="text-align: center;"><object
classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param
name="allowFullScreen" value="true" /><param
name="allowscriptaccess" value="always" /><param
name="src" value="http://www.youtube.com/v/YKEcz_OTTBk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param
name="allowfullscreen" value="true" /><embed
type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/YKEcz_OTTBk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p><p
align="justify">A contrapartida disso ocorre quando em uma empresa existe uma aplicação que roda apenas em ambiente windows. É nesse momento que migrar as estações para ambiente linux se torna inviável, logicamente exclua as aplicações que rodam via browser ou possuem um cliente para ambientes linux, não sendo muito comum em nenhum dos casos.</p><p
align="justify">Nesse momento entra em cena um projeto muito antigo, com seu início datado de 1993, que atualmente vem trazendo benefícios para seus usuários. Este projeto é o <a
title="Site do Wine" href="http://www.winehq.org/">Wine</a>.</p><p
align="justify">Wine, como seus próprios criadores dizem, não é um emulador (Wine is not Emulator). O que o Wine faz de fato é cercar quais serão as chamadas e retornos que o software irá fazer ao ambiente Windows e responder a elas. Dessa forma o software pensa que está em um ambiente windows mas não está. Isso é feito por diversas DLLs que foram reescritas (as dlls originais do Windows não tem código-fonte aberto) para rodar no linux, na sua maioria utilizando engenharia reversa. É possível também utilizar as próprias dlls do Windows, quando uma dll do wine (builtin) não funcionar corretamente mas, dessa forma, é necessário possuir uma licença de windows, caso contrário fica caracterizado como pirataria.</p><p
align="justify">O ideal é sempre utilizar as dlls builtin, ou seja, do próprio wine, pois perde um pouco o sentido ter que ter um windows para poder rodar aplicações de windows no linux. Isso pode acontecer mas o wine vem evoluindo muito nos últimos tempos, também por causa da sua versão paga chamada CrossOver feita pela <a
title="Site CodeWeavers" href="http://www.codeweavers.com/">CodeWeavers</a>, que vem contribuindo muito com a correção dos bugs e implementação de novos recursos e suportes.</p><p
align="justify">Para você que ficou curioso e quer testar o primeiro passo é instalar o wine. Para isso vá até o site oficial do wine especificamente no link &#8220;<a
title="Get Wine" href="http://www.winehq.org/site/download" target="_blank">Get Wine</a>&#8220;.</p><p
align="justify">Feita a instalação e configuração do wine é necessário instalar o aplicativo windows no novo ambiente. Para isso entre no CD de instalação ou vá ao diretório onde estão os arquivos de instalação e digite:</p><table
style="background-color: #dceaf9; width: 100%;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" align="left"><tbody><tr><td>wine [ arquivo de instalação ]</td></tr></tbody></table><p
align="justify"><p
align="justify">Pronto, seu aplicativo windows já está instalado. Provavelmente foi criado um ícone desse novo aplicativo no menu do wine na barra de programas. Obviamente que nem sempre é assim tão simples, existem diversos aplicativos que dependem demais do ambiente windows e tem certa dificuldade de rodar no wine, mas com a evolução constante dessa ferramenta esses problemas serão superados em breve.</p><p
align="justify">Bom, valeu por mais este artigo gente, até a próxima.</p></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.beyond-os.com.br/2008/03/substituindo-seu-velho-windows-pelo-linux/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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