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><channel><title>Beyond OS &#187; Carreira</title> <atom:link href="http://blog.beyond-os.com.br/tag/carreira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://blog.beyond-os.com.br</link> <description>Tecnologia em ambientes empresariais, focado em Software Livre e aquilo que der na telha</description> <lastBuildDate>Wed, 13 Oct 2010 17:52:23 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Competências em alta no mercado</title><link>http://blog.beyond-os.com.br/2009/11/competencias-em-alta-no-mercado/</link> <comments>http://blog.beyond-os.com.br/2009/11/competencias-em-alta-no-mercado/#comments</comments> <pubDate>Thu, 12 Nov 2009 00:44:39 +0000</pubDate> <dc:creator>Renê Teixeira Francisco</dc:creator> <category><![CDATA[Carreira]]></category> <category><![CDATA[competências]]></category> <category><![CDATA[desenvolvimento profissional]]></category><guid
isPermaLink="false">http://blog.beyond-os.com.br/?p=499</guid> <description><![CDATA[]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p
style="text-align: justify;"><a
href="http://blog.beyond-os.com.br/competencias-em-alta-no-mercado"><img
class="alignleft size-full wp-image-502" style="border: 1px solid black; margin: 2px 8px;" src="http://blog.beyond-os.com.br/wp-content/uploads/2009/11/gestao_sistemica.jpg" alt="gestao_sistemica" width="350" height="232" /></a>A preocupação com a carreira é um pensamento constante e muitas vezes fonte de diversas dúvidas. Há algum tempo atrás esbarrei com um artigo do site <a
title="Site RH.com.br" href="http://www.rh.com.br" target="_blank">RH.com.br</a> sobre quais são as competências mais apreciadas pelas empresas no Brasil. Abaixo segue uma lista com 15 competência mais valorizadas no mercado.<br
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/> <strong>1 &#8211; Trabalho em equipe:</strong> hoje não se cogita mais que a individualidade nas organizações. É preciso o profissional precisa lidar com seus pares para atingir e até mesmo superar metas, vencer desafios.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; Capacidade de negociação:</strong> dialogar com os demais colaboradores é fundamental para chegar a consensos diante de determinadas situações que impactam diretamente no clima organizacional e até no negócio da empresa em que se atua.<span
id="more-499"></span></p><p
style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; Liderança:</strong> gerir pessoas tem sido um grande desafio para as empresas, afinal o líder é considerado o comandante do barco, que dá um norte à equipe e a direciona ao alcance de performance que atenda as necessidades da organização.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Comunicação:</strong> é preciso saber expressar ideias, tirar dúvidas, apresentar soluções para fatos que ocorrem todos os dias. Se a pessoa não consegue vencer a barreira do &#8220;silêncio&#8221;, agregará pouco ou valor algum à empresa.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; Criatividade / inovação: </strong>os profissionais devem estar preparados para lidar com situações inesperadas. Muitas vezes, arriscar, liberar o potencial criativo pode trazer benefícios tanto para o colaborador quanto para a organização. Uma inovação em um processo específico pode, por exemplo, significar uma grande economia para as finanças da empresa. Sair do automático, deixar de &#8220;ser uma máquina programada&#8221;, leva pessoas a novas perspectivas.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>6 &#8211; Prudência:</strong> apesar de ser muito valorizado no mercado, o potencial criativo não deve servir de &#8220;base&#8221; para a adoção de atitudes precipitadas. Por isso, pensar duas vezes, avaliar uma proposta e ouvir a opinião do colega de trabalho não é sinal de fraqueza, mas sim de responsabilidade.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>7 &#8211; Flexibilidade:</strong> dizer um &#8220;não&#8221; à zona de conforto. Ser capaz de aceitar as mudanças, como também situações e comportamentos antagônicos possibilitam o amadurecimento do profissional. Esse aprendizado pode, inclusive, ser aplicado na vida pessoal.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>8 &#8211; Otimismo: </strong>é indispensável não se entregar diante do primeiro obstáculo que surge. O pessimismo afeta o colaborador e se não for trabalhado, pode ser absorvido por outros membros da equipe. Uma situação assim compromete o desempenho e compromete o clima organizacional.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>9 &#8211; Assertividade:</strong> uma pessoa assertiva é hábil para expressar posicionamentos, ideias e até mesmo suas emoções. Ao ser assertivo, o indivíduo defende seus direitos e respeita os dos colegas. Aprende a dizer não, com argumentos que revelam profissionalismo. Através da assertividade é possível evitar conflitos desnecessários que geralmente afetam negativamente a rotina corporativa.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>10 &#8211; Ética:</strong> uma empresa que deseja ser competitiva precisa contar com profissionais éticos e que valorizem a integridade. A ética é um dos pré-requisitos para a adoção da Responsabilidade Social nas organizações.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>11 &#8211; Valorização da qualidade de vida:</strong> trabalhar, trabalhar, trabalhar e se tornar um <em>workaholic </em>(viciado no trabalho) é um indicador preocupante para as empresas. O profissional deve ter consciência de que a melhoria da qualidade de vida deve estar presente dentro e fora dos muros da companhia que atua.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>12 &#8211; Visão holística: </strong>olhar para a organização e suas responsabilidades através de um contexto amplo, afinal não se concebe mais a possibilidade de um profissional ficar alheio ao que ocorre ao seu redor. Com a Tecnologia da Informação, o conhecimento é disseminado em uma velocidade cada vez maior.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>13 &#8211; Compartilhamento de conhecimento: </strong>o profissional não deve temer a disseminação do conhecimento com seus pares. Cada vez que se transmite uma experiência, também se assimila algo, aprende-se com quem está ao seu lado. A recíproca também é verdadeira &#8211; quando não se domina um determinado assunto ou técnica, o profissional precisa buscar respostas com os pares.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>14 &#8211; Autodesenvolvimento:</strong> para aprimorar suas competências, o colaborador não deve esperar apenas a iniciativa da organização. Ele também é responsável pelo seu desenvolvimento e precisa buscar ferramentas que agreguem valor como leituras de livros, revistas direcionados às suas atividades. O autodesenvolvimento não está atrelado apenas ao conhecimento técnico, pelo contrário. É aconselhável conhecer a si próprio e ler sobre os mais diversos assuntos, mesmo os que não estão ligados diretamente ao negócio da organização.</p><p
style="text-align: justify;"><strong>15 &#8211; Intuição:</strong> em determinadas situações, o colaborador precisa utilizar a intuição para desenvolver novas propostas que agreguem valor ao negócio. Essa competência faz parte dos processos mentais normais. Pode ser considerada como sendo a percepção que o indivíduo tem frente a uma determinada situação, sem a utilização do raciocínio lógico. Através da intuição pode-se adquirir e colocar em prática conhecimentos e informações.<br
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/> Podemos não ter todas essas características desenvolvidas mas já da para saber quais delas deveriamos desenvolver primeiro. Se quiser ver a matéria original clique <a
title="Matéria Original" href="http://www.rh.com.br/Portal/Desempenho/Dicas/6117/competencias-comportamentais-mais-valorizadas-pelas-empresas.html" target="_blank">aqui.</a></p></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://blog.beyond-os.com.br/2009/11/competencias-em-alta-no-mercado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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